Humpf... sobrou pra mim, sempre sobra. alguém tem que fazer o trabalho sujo, elas dizem. sujo... e existe algo meis mportante que isso? a outra diz que os animais, oh os animais. humpf... animais... tá certo e a outra, há! prefeitura! que piada. quando aqueles vermes forem presos ela acaba indo junto... e a mim... ... a mim sobrou o trabalho sujo... outra coisa porque trabalho sujo? quem disse que cuidar de am]nmais é um trabalho limpo? e quem disse que ficar naquele covil é limpo... mas tudo bem...
muitos, hoje vai ser divertido... aqueles vermes, sempre tentando dar um jeitinho de chegar ao jantar. Sopa, macarrão, lasagna... massas, massas são seu fraco... o que facilita bastante meu trabalho... muito bem, olha como eles passam achando que nada pode vê-los, no supermercado é que els se escondem, é difícil manter a segurança nos supermercados, o que seria ideal, assim pegariamos os sujeitos que facilitam esse tipo de migração legal. não que eles iriam sobreviver muito mais, o prolema é o que els trazem cnsigo mesmo depois de morto... infectam tudo e a solução é eliminar. vejam, quando eles se escondem fica uma marca branca, quando já estão mais folgados fica até marrom... e esses são os melhores de torturar. água... como odeiam a forma como usamos água... dá pra sentir o desespero, fugir? não há como fugir... marginais que escolhem esse caminho geralmente se fodem, huahhua, prinipalmente comigo... eu executo sem pena, e quem está levando? mesmo buraco, até os que já se separaram a gente pega e exclui, daí pra frente é outro departamento que toma conta, e eles são sujos... huhuhu, aí ocês veriam traalho sujo.
pense o que quiser, mas quando se trata de macarão, aqueles bichinhos tem que se fuder mesmo...
segunda-feira, 30 de julho de 2007
terça-feira, 24 de julho de 2007
Parece que agora é sério!
- Gente, parece que ACM morreu mesmo.
- Sério mesmo?ele ta morrendo há mais de um mês.
- Parece que agora é sério. Minha amiga disse agora que viu na tv.
- Finalmente!!!
- Eitah!Como é que fala assim da morte de alguém?!
- Por mim ele tinha ido antes.
- Não acredito!(lágrimas)
- Ai minha Nossa Senhora!
- Ô gente, vamos respeitar a morte do homem. Vocês podem não gostar dele, mas tem que reconhecer que tudo que a Bahia é hoje deve a ele. O pessoal lá fora conhece a Bahia por causa dele. Ele fez a Bahia famosa.
- E Cabral? E Caetano? E Itapuã? Tudo por causa dele também?
- Eu mesmo não acho nada. Pra mim ele nem faz nem desfaz. Mas realmente, a carreira política do homem é invejável. Eu vi a reportagem no jornal. Rapaz, o homem fez de tudo.
- Matou, roubou...
- E a Ford aqui na Bahia foi ele quem trouxe. Ia pra não sei pra onde e ele fez vim pra cá. Bicho, é uma fábrica da porra, cada robozão retado!
- Realmente lá tem de tudo, menos baiano trabalhando....
- Ah rapaz, aí não concordo não, Cê ta com uma visão muito assim (mãos ao rosto imitando a bitola dos cavalos)
- Acho que a gente devia fazer um minuto de silêncio!
- Era só o que me faltava...
- Sério mesmo?ele ta morrendo há mais de um mês.
- Parece que agora é sério. Minha amiga disse agora que viu na tv.
- Finalmente!!!
- Eitah!Como é que fala assim da morte de alguém?!
- Por mim ele tinha ido antes.
- Não acredito!(lágrimas)
- Ai minha Nossa Senhora!
- Ô gente, vamos respeitar a morte do homem. Vocês podem não gostar dele, mas tem que reconhecer que tudo que a Bahia é hoje deve a ele. O pessoal lá fora conhece a Bahia por causa dele. Ele fez a Bahia famosa.
- E Cabral? E Caetano? E Itapuã? Tudo por causa dele também?
- Eu mesmo não acho nada. Pra mim ele nem faz nem desfaz. Mas realmente, a carreira política do homem é invejável. Eu vi a reportagem no jornal. Rapaz, o homem fez de tudo.
- Matou, roubou...
- E a Ford aqui na Bahia foi ele quem trouxe. Ia pra não sei pra onde e ele fez vim pra cá. Bicho, é uma fábrica da porra, cada robozão retado!
- Realmente lá tem de tudo, menos baiano trabalhando....
- Ah rapaz, aí não concordo não, Cê ta com uma visão muito assim (mãos ao rosto imitando a bitola dos cavalos)
- Acho que a gente devia fazer um minuto de silêncio!
- Era só o que me faltava...
segunda-feira, 9 de julho de 2007
O mundo dos papeis.
"Em casa onde se falta pão, todo mundo grita, ninguém tem razão". Pois é, sabem como são os ditados, né?, dizem tudo sem dizer nada. E se forem citados com a entonação correta, deixam o ouvinte com a sensação de aquilo realmente tinha um sentido e só ele não entendeu. Mas, o mundo dos papéis me faz lembrar deste ditado em especial com freqüência. Nunca vi tanta gente gritar sem ter razão. Impressionante como os princípios mais bonitos servem de base para os pedidos mais esdrúxulos. Certa feita, vi Jô Soares fazer um comentário sobre uma pérola do ENEM que cabe perfeitamente: “acho q o professor lê isso aqui e não sabe se está certo ou errado”. Nesse caso, a dúvida seria do Juiz e não do professor. Aí, as pensões alimentícias se perdem em meio a discussões entre maus devedores e cobradores impiedosos. E eu fico me perguntando qual é o pão que falta a essa gente. Ética seria uma resposta bem óbvia, a ponto de me fazer desconfiar dela. Talvez sejam apenas crianças esquecidas por seus pais, carentes de atenção, que gritam por não saber dizer o que sentem e por não conhecer limites para o barulho. O que isso significa deixo para outro post, com análises antropológicas ou sociológicas mais profundas...
terça-feira, 3 de julho de 2007
O Brasil complicado e o Complexo do Alemão
Semana passada, estava navegando pelos jornais na internet e passei pelo sitio da BBC de Londres. Este é tão pouco informativo quanto os nacionais, repleto de notícias regionais que recebem destaque como se fossem de interesse do mundo inteiro. No espírito do “farinha pouca, meu pirão primeiro”, geralmente vagueio os olhos pelas manchetes sobre o prefeito de Castlejingleshire e sobre mais mortes no oriente médio até achar algo sobre o Brasil. Dessa vez não foi preciso procurar muito: na primeira página, havia uma manchete sobre a ação da policia nas favelas do Rio. A história contada não precisa ser repetida. O que me marcou foi uma segunda matéria que trazia a operação em imagens. A primeira imagem era um close de um policial, onde não se via seu rosto, apenas o capacete e o rifle. As outras fotos retratavam cenas iguais àquelas das histórias sobre o Iraque. E eu não pude evitar o embrulho no estômago ao pensar que estado desistiu de lidar com as pessoas e resumiu sua atuação nas favelas a invasões policiais. Ninguém, foi salvo de um câncer ou concluiu o terceiro ano e foi para a universidade. As pessoas das fotos ou estavam fugindo ou estavam sendo carregadas em lençóis...E o resultado não poderia ser outro com todas as escolas fechadas.Interessante que as balas parecem ter um detector de traficantes, porque nunca vi os PMs matarem um inocente. Sem falar na Força Nacional, que não é de médicos ou professores, mas sim de mais militares, tanques e fuzis. O paralelo com os métodos norte-americanos de “reconstrução” do Iraque é óbvio. Lula agora anunciou um investimento de mais de 3 bilhões reais para urbanização das favelas. Tenho certeza que a Gautama e que Renan Calheiros receberam com muita festa esta notícia.
sábado, 16 de junho de 2007
E porquê a concessão da globo não é cassada mesmo?
Eu tava saindo do chuveiro, tinha acabado de tomar um banho gelado pra dormir. peguei e vesti meu roupão e tava escovando os dentes do recém-deglutido almoço. Um assunto salta da tevê na voz daquela mulher q apresenta o jornal hoje: "Greve dos Metroviários pára São Paulo". Assunto que me interessa e muito. coloquei minha 'escovação" no automático e dediquei minha atenção às palavras daquela mulher. a reportagem começou com uma panorâmica, eu não estava na sala, na frente da tevê, mas quem já viu uma reportagem da globo já viu todas. "a paralisação causa engarrafamentos quilométricos..." palavras fortes como "recorde" ou "de toda a história" recheavam a reportagem. depois entrevistavam as pessoas que dependiam do transporte. O ícone da reportagem Maria (nome fictício-não lembo o nome da pessoa) que, com certeza, teria uma opinião assáz abalizada e bem amadurecida da situação, não fosse os quatro anos de idade. plenamente incapaz, a mãe responde por ela e, como em coro das outras bocas "entrevistadas" saiam coisas como "esperamos muito tempo" ou atrasando para isso ou aquilo. tudo muito justo. depois disso. a especialidade da emissora. Números. "essa paralisação causou, apenas pela manhã, um prejuízo de..." e tome real pra dentro. A panorâmica é cortada e volta ao estúdio - novamente não vi nada disso mas... e quando eu esperava atentamente o resto da reportagem ela termina com um singelo "os metroviários aceitaram um reajuste de X% e voltarão às atividades pela tarde". outra reportagem entra. eu fiquei esperando, sinceramente, o resto da reportagem. eu não sou lá nenhum jornalista, mas acho que deveria haver um mínimo de variedade de opiniões sobre um assunto. cadê a opinião dos metroviários? ou o resto da pauta? tá bom acho q pedi demais, né? mas aí vem a questão: um bocado de gente achou ruim Chavez "picar a porra" na RCTV e essa emissora estava DECLARADAMENTE envolvida num golpe de estado para retirar um presidente eleito pela maioria de uma nação soberana em primeiro turno, com quase 70% de votos. mas será que é preciso tudo isso pra uma concessão não ser renovada? acho q as pessoas deveriam rever os princípios que regem, em tese, a imprensa porque esta me parece um latifúndio improdutivo, poderia ajudar muita gente se utilizada socialmente.
sábado, 2 de junho de 2007
Sem novidades
iaí galera, cadê vocês??
vou ficar escrevendo pa porra só pra vcs ficarem lendo? e meu momento leitor? esa onda tá muito parada aqui... e o quarto mosqueteiro?? onde está Porthos?? perguntas q devem ser respondidas!!! CPI neles??
ps. De onde Veio o Dinheiro???
vou ficar escrevendo pa porra só pra vcs ficarem lendo? e meu momento leitor? esa onda tá muito parada aqui... e o quarto mosqueteiro?? onde está Porthos?? perguntas q devem ser respondidas!!! CPI neles??
ps. De onde Veio o Dinheiro???
segunda-feira, 28 de maio de 2007
O Mesa e A Castiçal
O encontro dos dois foi no natal. ela estava linda, vestia cinco lindas peças vermelhas e perfumadas com algumas fitas verdes envolvendo seu corpo. Ele estava coberto com uma verdadeira bata cerimonial. Uma primeira camada verde, outra vermelha por cima e por fim um lenço branco. ela estava tranquila, mais um natal, não que fosse velha, do jeito que era viveria incontáveis natais. mas já vivera o suficiente para não se espantar com a pompa. Ele por sua vez, morria de medo. e se não aguentasse a pressão? se ele descobrisse que o propósito dele não está dentro de suas capacidades? Se for um inútil?
ela se posicionou de forma que pudesse contemplar a todos. instantaneamente o sentiu e se virou para ele encantada. tentou alguma abordagem sutíl, mas o rapaz estava visivelmente acanhado, então, tentou outras formas, mais agressivas. assim conseguia, pouco a pouco, arrancar palavras do jovem Mogno. Prata contou lhe sobre os seus antecessores e sobre si, muito sobre si. o jovem ficava encantado com a habilidade dela em detalhar as coisas, mas mogno podia apenas imaginá-las. no fim da ceia os dois foram separados.
Noutro dia se encontraram novamente. mais a vontade, ele e ela trataram de amenidades e coisas da vida e prata sempre com uma eloquência invejável conduzia muito bem a situação. o rapaz se encantava cada vez mais e Prata se envolvia na adoração que Mogno nutria por ela.
Anos se passaram em que os dois estiveram juntos. Mogno era um ser muito robusto mas se movia sempre que podia para outros ambientes e conhecia coisas novas. Prata, cada dia que passava sentia mais a necessidade de estar com ele, aquilo a fazia bem e para onde ele ia ela o acompanhava. parecia que ver o mundo não lhe tinha mais importância e viver por ele é o que bastava. depois de um tempo não lhe agradava nem as velas perfumadas, não as queria consigo, se tornaram um peso.
Algum tempo depois se separaram. Mogno dizia que não mais se encantava por ela e que cada um deveria seguir seu caminho. ela respondeu amarga:
Como vou seguir meu caminho se o abandonei há muito para te seguir?
ela se posicionou de forma que pudesse contemplar a todos. instantaneamente o sentiu e se virou para ele encantada. tentou alguma abordagem sutíl, mas o rapaz estava visivelmente acanhado, então, tentou outras formas, mais agressivas. assim conseguia, pouco a pouco, arrancar palavras do jovem Mogno. Prata contou lhe sobre os seus antecessores e sobre si, muito sobre si. o jovem ficava encantado com a habilidade dela em detalhar as coisas, mas mogno podia apenas imaginá-las. no fim da ceia os dois foram separados.
Noutro dia se encontraram novamente. mais a vontade, ele e ela trataram de amenidades e coisas da vida e prata sempre com uma eloquência invejável conduzia muito bem a situação. o rapaz se encantava cada vez mais e Prata se envolvia na adoração que Mogno nutria por ela.
Anos se passaram em que os dois estiveram juntos. Mogno era um ser muito robusto mas se movia sempre que podia para outros ambientes e conhecia coisas novas. Prata, cada dia que passava sentia mais a necessidade de estar com ele, aquilo a fazia bem e para onde ele ia ela o acompanhava. parecia que ver o mundo não lhe tinha mais importância e viver por ele é o que bastava. depois de um tempo não lhe agradava nem as velas perfumadas, não as queria consigo, se tornaram um peso.
Algum tempo depois se separaram. Mogno dizia que não mais se encantava por ela e que cada um deveria seguir seu caminho. ela respondeu amarga:
Como vou seguir meu caminho se o abandonei há muito para te seguir?
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