sábado, 28 de novembro de 2009

Diálogos Quase inverídicos do dia-a-dia (2)

No pelô.

-Menina você não sabe! Acordei hoje de madrugada e fui acender a luz, cadê a luz? aí eu saí de casa e gritei: Acorda todo mundo que derrubaram o Gato da rua toda!

- oxe, e aí fizeram a intera do fio?

- Foi, toda mão é isso, cortam a porra lá e cada um dá 4 conto, faz a intera do fio e levanta os gato tudo de novo, tá lá botando agora, e bota de dia, num é de noite não, bota de dia mesmo.

- e venha cá, lá num tem traficante não?

- que mais tem

- e os cara corta assim é?

- Foi de noite menina todo mundo durmindo.

- Oxe, lá na rua é assim, corta o gato aqui morre cem metro a diante.

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Série Pretensamente Interativa: coisas que nunca ouvimos de nossos pais

- Chega!!!! Cansei do seu comportamento, da sua desobediência, da sua irresponsabilidade... chega! Você já tem 7 anos e não pode mais agir como uma criança. A partir de hoje, você só almoça depois de comer a sobremesa toda! E salada, só depois de comer a carne, o frango, o que for. E outra, se não ficar de recuperação em pelo menos uma matéria esse ano, vai ganhar dois presentes no natal e vai ter que viajar pra Disney, quer queira quer não. Se não me obedecer, vai ter...

*****

- Filho, eu e sua mãe vamos passar o mês fora. como vc sabe, não gostamos que vc fique sozinho em casa, então aqui está um dinheiro pras bebidas e pras prostitutas...

*****

- Agora você passou dos Limites! Perda total no seu Peugeot 307!! tá de castigo vai ter que dirigir o Golf 2.0!

(essa hitória é quase real...)

*****

- Let it be, let it be, let it be, let it be, ô Let it beeeeeee....

*****

- Luke, I am your father...

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Nota sobre Urbanidade

Olá povo,

adicionei mais um super blog/site para os nossos elos. Trata-se de "Urbanidade-vida e morte nas cidades" um site mantido pela militância do CEAS - Centro de Estudos e Ação Social - com objetivo de publicar artigos sobre os mais variados aspectos da vida urbana incluindo um de interesse particular meu, a mobilidade urbana.

Espero que gostem.

Diálogos quase inverídicos do dia-a-dia

- Como faço pra entrar em contato com eles?

- É só mandar um e-mail para "assssecoria@...."

- Tem certeza que o endereço é esse?

- Foi a mulher quem falou que era assim, com quatro "s".

- Ah.....

da série Histórias de meu avô

Há um tempo atrás resolvi jogar fora um bocado de tralha que tinha no meu quarto. dessas experiências sempre saí com a sensação de que ganhei mais do que perdi, não porque tenha ganho espaço, mas porque sempre encontro coisas que ficam perdidas em algum lugar lá na casa do fim do mundo que é lugar bastante apropriado se partirmos do pressuposto de que vemos nossa vida quando morremos.


Bom, mas como, pra variar, isso tem pouco a ver com o que vou colocar aqui hoje, vamos adiantar.
Na verdade trago hoje uma poesia, uma das muitas que meu glorioso avô Antônio sabia "de có". Sempre que eu lembro de meu avô eu lembro que ele recitava. era lindo. ler não vai levar a vocês tudo o que eu vejo nesse poema mas espero que gostem. tem um dvd aqui em casa com ele recitando qualquer dia desses quem sabe...


O Tempo

Sou o Tempo que passa, que passa
sem princípio, sem fim, sem medida
vou levando a ventura e a desgraça
vou levando as vaidades da vida

A correr de segundo em segundo
vou formando os momentos que correm
formo as horas que passam no mundo
formo os dias que nascem e morrem

Ninguém pode evitar os meus anos
vou correndo sereno e constante
Deste modo de cem em cem anos
formo um século e passo adiante

Trabalhai porque a vida é pequena
e não há para o tempo demora
não gasteis os minutos sem pena
nem façais pouco caso das horas.

(Olavo Bilac)

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Série Interativa: Coisas que não gostariamos de ouvir de nossos pais

Êa povão de meu Deus! no auge da minha inútil aula de Sistemas de Potência resolvi criar um post interativo. aqui vocês devem cavar no fundo das suas almas e dizer: qual frase/diálogo/comentário vc não gostaria de ouvir dos seus pais?

(na sua formatura)

- (PAI) Filho! estamos tão orgulhosos de você
- (MÃE) Não disse que era uma boa idéia criar a placenta!

***

- (mãe) Filho, eu sou seu pai...

[editem o post e coloquem suas frases]

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

E sete horas e meia depois...

É isso mesmo galera, foi difícil, a (des)organização da outplan tentou demais atrapalhar, da (in)competência nem se comenta, o sol, a chuva foram todos superados em nome de um cartãozinho plástico escrito "Brasil x Chile".

"vou pra essa porra" repetia comigo mesmo "de qualquer jeito". essas palavras foram repetidas mais de mil vezes por aqueles que como eu, suportaram indignados aquela falta de respeito. nove e meia eu chego no Shopping paralela achando a fila já na passarela que fica em frenta ao local. choveu logo que cheguei, "sorte que a fila estava descomunal e eu estava embaixo da já citada passarela.

Duas horas depois tinhamos andado cerca de trinta metros em diração ao shopping. tinhamos pq nesse meio tempo já tinha feito amizade com um casal que estava atrás de mim na fila. aí nessa hora a gente já ouvia de tudo: "Nos outros lugares tá mais rápido", "vão comprar tudo pela internet", "vamo morrer", "o papa tá comigo" e muitas vais direcionadas aos espertos e velhos conhecidos "fura-filas".

Uma hora depois ( o shopping ia abrir) resolveram colocar o povo pra dentro, coisa que só fomos descobrir depois, pq achavamos que finalmente a incompetencia e a negligencia haviam sido superados e que iriamos em poucos minutos sairíamos gloriosos com nossos prêmios. como já dito ledo engano.

Dentro do shopping fomos colocados em uma fila zig-zag de três zigs e dois zags em um corredor que tinha bem uns quarenta metros. o alento era que tudo parecia mais organizado e os nossos queridos fura-filas eram prontamente acossados ao mínimo sinal de fraude naquela serpente de quase 200m.

Com aproximadamente duas horas de espera tinhamos terminado o primeiro zig e chegavamos ao final do primeiro zag entravando no segundo zig. o plural agora foi por um brodinho que tinha vindo de camaçari pra comprar o jogo (raça da porra), o casal que outrora me acompanhava havia desistido ao entrar no shopping. da onde estavamos dava pra ver que havia fila lá fora do shopping ainda.

Hinos e hinos do bahia depois, viamos o resultado daquele amontoado de gente alí apertados. Pacotes e pacotes de redes de fast-food enfeitavam o chão, junto com latas de cervejas e refrigerantes, pacotes de salgadinhos e uma infinidade de outras porcarias outrora comestíveis. Depois da fome veio o momento dos joguinhos: Dica, Palitinho, Uno(oito maluco), Canastra, Dominó, Playstation Portáteis (PSP) e tudo mais que se pode imaginar que a criatividade e poder aquisitivo combinados daquela classe que estava alí. podia-se jurar que o Brasil por aquela amostra era majoritariamente branco, o que é uma mesntira.

Vários gritos em honra e homenagem ao tricolor de aço ajudaram a passar as outras duas horas e meia que ficavam tensas com a aproximação ao caixa. Mais finalmente Cinquenta reais mais pobre e sete horas e meia depois...

...Consegui! Vou ao jogo do Brasil. Salve a Seleção.